Ponte de madeira foi construída pelos moradores há 12 anos e não oferece segurança aos que passam por ela. Estudantes utilizam a ponte diariamente para ir para escola.
Uma ponte improvisada liga o P Sul ao P Norte, em Ceilândia. A ponte foi feita pelos moradores há 12 anos. A madeira já está velha e a ponte balança muito quando alguém passa por ela. Sem transporte escolar, a ponte é o caminho mais curto para que várias crianças cheguem ao colégio. A outra opção é bem mais longa e os estudantes gastariam mais de uma hora para chegar à escola. Preocupadas, as mães se revezam na tarefa de acompanhar os estudantes. “Eu falo para eles terem calma, para irem devagar porque a ponte não é segura e qualquer coisas que vocês verem, voltem para trás, não sigam em frente”, conta a dona de casa Sandra da Silva. “Fica difícil para a gente. Aqui já foi regularizado, nós pagamos para ter o melhor nessa área”, destaca uma moradora. Como a ponte é muito estreita, no início do ano, alguns pais improvisaram um corrimão para tentar torná-la mais segura. Os moradores pedem uma solução para o problema. “Isso aqui balança, você pisa aqui e esse pau parece que vai desmontar”, afirma a dona de casa Kátia Oliveira. “Nós precisamos de uma ponte para os alunos passar, para levar os alunos para escola com segurança, que nós não temos”, diz a dona de casa Kátia Oliveira. O administrador de Ceilândia e o diretor de obras Sérgio Pimenta visitaram o local na manhã desta sexta-feira, dia 07. Na próxima semana, uma equipe de técnicos vai visitar o local fazer uma análise do que pode ser feito. São duas alternativas: ou fazer uma nova passagem para pedestre de madeira ou de pré-moldado.